Related Articels

Mostrando postagens com marcador Música boa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música boa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Estou aqui ao som de It's not easy, faixa do disco água mineral da banda Blues Etílicos e tive que postar algo a respeito;













Formado em 1985 no Rio de Janeiro, quando todos os integrantes tinham 22 anos de idade, o grupo dedica-se à mistura entre blues e rock. Lançaram o primeiro LP pelo selo independente Satisfaction em 1988, "Blues Etílicos", ao qual se seguiram outros cinco. O primeiro disco obteve vendagem expressiva para um projeto independente, e foi relançado em CD em 1996. O Blues Etílicos firmou-se como uma das poucas bandas de blues em atividade no Brasil, e a que mais vende discos no gênero. A formação atual conta com Flávio Guimarães, gaita; Otávio Rocha, guitarra; Cláudio Bedran, baixo; Rodolpho Rebuzzi, guitarra, Pedro Strasser, bateria; Greg Wilson, guitarra e voz. "Dente de Ouro", de 1996, insere ritmos tipicamente brasileiros, como baião e capoeira, na sonoridade norte-americana do blues. O gaitista Flavio Guimarães gravou dois CDs solo.
Cliquemusic

O Blues Etílicos é a mais popular banda de blues brasileira.
Recordista em público nos shows e em vendagens de CDs no segmento, a banda estará comemorando 25 anos de carreira em 2010 com o lançamento de seu primeiro DVD, previsto para maio.
O Blues Etílicos já lançou 10 CDs, abrindo shows para B. B. King, Buddy Guy, Robert Cray, Sugar Blue, Ike Turner, Magic Slim e muitas outras atrações internacionais.
A empatia do grupo com o público deve-se à originalidade de compor tanto em inglês quanto português. O vocalista norte americano Greg Wilson confere autenticidade e sotaque correto às canções em inglês. Os solistas de gaita e guitarra, Flávio Guimarães e Otávio Rocha, se destacam nos solos, acompanhados pela cozinha coesa e cheia de swing de Pedro Strasser, na bateria, e Cláudio Bedran, no baixo.

Formação

  • Otávio Rocha - Considerado como melhor guitarrista de slide do país, atua também como guitarrista base e compositor.
  • Cláudio Bedran - Baixista e também fundador da banda, atua como compositor de boa parte das músicas em português do grupo.

Discografia

  • Viva Muddy Waters - 2009 (Delira Blues)
  • Cor do Universo - 2003 (Net Records)
  • Águas Barrentas - Ao Vivo - 2001 (Eldorado)
  • The Best Of Blues Etílicos - 1998 (Eldorado)
  • Dente de Ouro - 1996 (Abril Music)
  • Salamandra - 1994 (Natasha Records)
  • IV - 1991 (Eldorado)
  • San-Ho-Zay - 1990 (Eldorado)
  • Água Mineral - 1989 (Eldorado)
  • Blues Etílicos - 1987 (GHR/Velas)
Wikipedia

Posted on quinta-feira, agosto 26, 2010 by Guto Dias

No comments

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjg3EDAc5rDlaiTnXslivxTVaVDJXY3zQiDUVz4GvCjlj6hYXKJc6ZGigYAQo3KcZxRgqeziIH0MZMlfEdehMe06faNqP-gjrOGse1mQ1D-Zkn8lncuYLCntbVtdbG2id9MfhjO64YJGfs5/s400/Sagrado+Cora%C3%A7%C3%A3o+Da+Terra+(1984)+Sagrado.jpgA banda mineira, sempre liderada pelo fundador, o compositor e violinista Marcus Viana, foi criada em 1979, logo após sua saída da então extinta Saecula Saeculorum. Lançou seu primeiro disco em 1984, que teve ótima repercussão no exterior (particularmente no Japão, onde eram lançados primeiro em CD). Apesar disto, no Brasil, só se tornou efetivamente conhecida do grande público após a inclusão da canção "Flecha", de seu 2o. disco (homônimo), na trilha sonora da telenovela "Que Rei Sou Eu", da Rede Globo, com direito a exibição de seu respectivo clipe no programa dominical "Fantástico".



Além de explorar a música instrumental, inclusive com a utilização de violino, e letras que faziam refência a paz e o culto à natureza, a capa de seus álbuns eram visualmente bem elaborados.
Ao compor a canção "Tango" para a minissérie "Kananga do Japão", da Rede Manchete, Marcus conheceu Jayme Monjardim, que posteriormente convidou-o a compor a trilha da próxima grande produção da emissora: Pantanal, que fora o fio condutor de "Farol da Liberdade", terceiro CD da banda, que continha duas canções da novela, além da a própria Suíte Sinfônica, esta última assinada apenas por Marcus mas ambas lançadas com o mesmo argumento (préviamente citado), na mesma época. O tipo de música utilizado na trilha foi tão marcante e inovador quanto a própria sensação causada pela telenovela, com fartura de imagens da natureza e temática distinta da que era normalmente adotada pelas produções da Rede Globo. A partir de então, Marcus depositaria suas principais atenções não apenas sobre o Sagrado, mas também sobre sua carreira solo.
Depois do lançamento de Grande Espírito em 1993 o grupo entrou em um longo hiato que só teria fim em 2000, com o lançamento de um disco composto de inéditas e alguns rearranjos de trabalhos de Viana e até da canção "Terra" de Caetano Veloso intitulado "À Leste do Sol, Oeste da Lua". Dele participam antigos membros e convidados como André Matos, na época, recém saído do Angra. No ano seguinte é lançado "Sacred Heart of Earth", um CD voltado para o mercado exterior, com canções importantes na carreira do Sagrado repaginadas e com letras em inglês. Em 2002 saíram duas coletâneas que também traziam algumas novas edições e arranjos: "Coletânea I - Canções" e "Coletânea II - Instrumental".
O Sagrado Coração da Terra encontra-se em jejum de shows, mas ainda participa de gravações em estúdio junto a Marcus Viana e em breve será gravado o primeiro DVD, que terá edição dupla.



O SIGNIFICADO CULTURAL DO TRABALHO
DO SAGRADO CORAÇÃO DA TERRA

(texto de 1979, quando da criação da banda)
    Trabalhando com instrumentos eletro-acústicos e herdeiro de uma forte tradição erudita, a música do Sagrado Coração da Terra evoca a atmosfera barroca das montanhas de Minas.
      Mesmo assim seria impossível enquadrá-la como regional. É uma viagem pelo tempo e pelo espaço às origens e ao futuro de toda experiência musical humana.
       Os instrumentos são os usados na tradição clássica: a guitarra, o piano e o violino, porém tratados eletronicamente; uma nova linguagem, o som dos nossos tempos.
       O efeito que uma orquestra causava numa platéia do século XIX não nos atinge da mesma maneira: nossa audição está duramente comprometida pela saturação dos decibéis das grandes cidades.
       Por isso, utilizamos uma roupagem eletrônica nas músicas. Elas são a fusão de toda experiência do eu inconsciente, guardada na memória do espírito: são lembranças orientais, ciganas, indianas e árabes. E ibéricas! Como negar? O Sagrado teve naturalmente a influência de mestres clássicos devido à formação erudita de Marcus Viana como violinista de sinfônica; principalmente da música de Wagner, Debussy, Ravel, Stravinsky e Villa-Lobos. Existe uma forte raiz afro-ameríndia que se manifesta cada vez mais em nosso trabalho, inclusive com a inserção de músicas com textos traduzidos inteiramente para o Tupi-Guarani e dialetos indígenas como o krenak e yanomame.
       Nossa proposta é uma ponte entre a música instrumental e a música vocal; assim sendo, são canções orquestradas, sinfonias cantadas, histórias contadas.
        Da mesma forma que os textos, a música está ligada a uma filosofia ecológica: Ecologia da Terra, Ecologia da Mente, do Coração e do Corpo.
        O Sagrado Coração da Terra é mais que um projeto; é quase que um movimento filosófico, englobando mensagens visuais, gráficas e sonoras, cujo tema básico é a regeneração do Homem e do Planeta.



POR QUE SAGRADO CORAÇÃO?
(texto de 1979, quando da criação da banda)

     De um tema folclórico mineiro, de uma tradição religiosa muito antiga, vem o arquétipo do Sagrado Coração: um fulgurante coração em chamas envolvido em uma coroa de espinhos. O íntimo “real” do homem encarcerado pela fúria de nossos tempos. Um retrato do amor em nossa época: um coração que brilha ainda que ferido e aprisionado nas celas das megalópoles. Uma vida que nenhuma coroa de espinhos vai sufocar, um amor que opressão alguma impedirá que se alastre como uma fogueira e incendeie a fria noite de nossos tempos. Épico e Intenso!
       Cantamos a alegria e o amor da tão sonhada Era de Aquário. Não enxergamos com muita clareza, naturalmente; ainda não é exatamente a manhã do sol de Aquário. Seria antes aquela hora crepuscular, entre a noite e o dia que os romanos chamavam Silencium, a hora dos mortos e dos nascimentos. É a hora do despertar.
       O homem de nossos tempos desenvolveu sua parte técnica, intelectual e esqueceu-se de sua parte ética, espiritual. O que temos? O macaco-gênio o primata vestido de astronauta brincando com sofisticadas máquinas de destruição; arrasando o planeta, destruindo a própria espécie, poluindo a água, envenenando o alimento e o ar. Essa é a coroa de espinhos do coração. Não estamos preparados para as megalópoles, mas aqui estão elas. Brutalmente reais. O egoísmo é a mola desse salto no abismo, do qual participamos, apesar de gritarmos que somos inocentes. Como pois fazer música por padrões regionalistas, indiferente à tremenda pressão das transformações do Todo? E como sentir a verdadeira música se o espírito está insensibilizado pela dor e pelo ódio do cotidiano urbano?
        Nosso comprometimento único é com a Arte, pura e simplesmente. E por Arte, queremos dizer Ciência, Espírito, Consciência, Compreensão. Nossa meta: a precisão em transmitir a consciência viva do universo codificada em mensagem sonora. A música age como a mais poderosa energia moderadora do sistema nervoso humano. Viver e transmitir a música torna-se mais que necessidade; é uma responsabilidade numa civilização que vive um processo vertical de auto aniquilamento. Para iniciar o processo ascencional torna-se necessário apurar os sentidos; temperar o aço da mente; forjar o espírito para que se possa receber e assimilar uma nova energia que se faz cada vez mais presente à medida que nosso mundo naufraga. Inteligência naturais, criadoras e infinitamente poderosas se manifestam nos sistemas nervosos mais avançados. A música abre um canal de saída para o oceano de harmonia e vida do universo. Esse canal não pode ser atingido por nenhuma forma de pensamento ou raciocínio, mas a intuição conhece o caminho. A Arte alimenta a intuição; ocorrendo essa sensibilização, a energia mental dativamente circula livre pelo novos circuitos do sistema nervoso, até então desconhecidos, e que por serem parte da consciência cósmica coletiva e genética, contém informações de inteligências superiores.
        O Arquétipo do Sagrado Coração assim se manifestou e viemos a entender a coroa de espinhos como o próprio processo dual da natureza. Numa visão primitiva seria o Bem e o Mal, Deus e o Diabo, o Ódio e o Amor, a Ignorância e o Conhecimento. Porém ao mergulhar mais fundo, além do apêgo às formas racionais, vimos o Tudo e o Nada; a Eletricidade e o Magnetismo, o Positivo e o Negativo, o Yang e o Ying, a Noite e o Dia, o Homem e a Mulher, o Pai, a Mãe. E no centro, o fruto do Amor das duas forças entrelaçadas do universo: o filho, a força neutra, a criação. O Coração.

Downloads:

Sagrado Coração da Terra

Sagrado Coração da Terra



 Sagrado Coração da Terra

Sagrado Coração da Terra








Referências: Wikipedia, Sonhosesons
Créditos do download: Toca da Coruja

Posted on quarta-feira, setembro 30, 2009 by Guto Dias

1 comment