Até aí tudo bem, o pior foi procurar na internet coisas sobre ela, e o que eu achei foram um monte de pessoas dizendo que ela é muito infantil, que existem várias outras bandas melhores e que não fazem sucesso... Ou seja, um monte de críticas. Gente a menina canta muito bem e toca muito bem e na minha opinião fará muito sucesso. Afinal é o que eu espero.
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Até aí tudo bem, o pior foi procurar na internet coisas sobre ela, e o que eu achei foram um monte de pessoas dizendo que ela é muito infantil, que existem várias outras bandas melhores e que não fazem sucesso... Ou seja, um monte de críticas. Gente a menina canta muito bem e toca muito bem e na minha opinião fará muito sucesso. Afinal é o que eu espero.
Posted on sexta-feira, setembro 05, 2008 by Guto Dias
Foi por volta de 1966 que acabou se tornando a vocalista de uma banda chamada Big Brother and the Holding Company, sua formação era Sam Andrew e James Gurley comandando as guitarras, Pete Albin no baixo e David Getz na bateria.
No festival de Monterrey de 1967 Janis Joplin contagiou a platéia, principalmente por sua versão de “Summer Time”.
Janis Joplin iniciou sua carreira solo em 1969. A rapidez com que ficou famosa talvez tenha sido um tanto violenta para uma personalidade tão instável. Janis passava da euforia ao desespero, bebia demais e usava heroína.
Em 1970 veio o “Pearl” (seu apelido entre os amigos). Dias depois das gravações, Janis foi encontrada morta, num quarto de hotel em Hollywood. Pearl saiu com duas faixas a menos que o previsto, foram lançados vários álbuns póstumos (coletâneas) e em 1973 foi gravado um documentário, intitulado simplesmente Janis.
Em 2003, ano em que Janis Joplin completaria 60 anos, chega às lojas a coletânea “Essential Janis Joplin” e estréia o musical “Love, Janis”, supervisionado pela irmã Laura Joplin.
Um filme sobre a trajetória da cantora começou a ser rodado em 2005 e deve contar com a participação da atriz Reneé Zellweger no papel principal. O longa, intitulado “Piece Of My Heart”, contará a trajetória musical de Janis Joplin.
Posted on sexta-feira, setembro 05, 2008 by Guto Dias
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Celso Blues Boy - Ao Vivo [1991]


Ficha Técnica:

(Celso Blues Boy)
2 Blues motel
(Celso Blues Boy)
3 Fumando na escuridão
(Celso Blues Boy)
4 A isso chamam blues
(Celso Blues Boy)
5 Sempre brilhará
(Celso Blues Boy)
6 Atrás do tempo perdido
(Cláudio Salles - Celso Blues Boy)
7 Me diga o que é o amor
(Celso Blues Boy)
8 Damas da noite
(Celso Blues Boy)
9 Sem ninguém
(Celso Blues Boy)
10 Amor vazio
(Celso Blues Boy)
11 De um jeito blues
(Celso Blues Boy)
12 Brilho da noite
(Geraldo D'Arbilly - Celso Blues Boy)
13 Aquarela do Brasil
(Ary Barroso)
14 Marginal
(Celso Blues Boy)
15 Aumenta que isso aí é rock and roll
(Celso Blues Boy)
16 Até a próxima blues
(Celso Blues Boy)
Posted on quinta-feira, setembro 04, 2008 by Guto Dias
Chicas - Quem vai comprar nosso barulho[2007]
Depois de uma série de shows em homenagem a Gonzaguinha, o grupo feminino Chicas segue caminho próprio e lança um novo trabalho.Intitulado “Quem vai comprar nosso barulho? ”, o novo álbum mostra o amadurecimento do grupo que fez um relativo sucesso no fim dos anos 90, mas acabou se desfazendo em 1999. Apenas quatro anos depois, Amora Pêra e Fernanda Gonzada (filhas de Gonzaguinha) se uniram novamente à Paula Leal e Isadora Medella para participar do Festival Aroma do Campo, de onde sairam vitoriosas.
O novo disco traz cinco faixas de autoria própria, além de várias regravações. As meninas incluíram “Espumas ao vento”, sucesso do filme “Lisbela e o Prisioneiro”, “Alô liberdade”, versão de Chico Buarque para a música de Bardotti e Bacalov, que está na trilha de “Os saltimbancos Trapalhões”, “Rap do Silva”, sucesso do MC Bob Rum, e “Minha alma”, do repertório d’O Rappa.
Para baixar é só clicar aqui
Posted on quinta-feira, setembro 04, 2008 by Guto Dias
Cordel do Fogo Encantado
Em 1997 um grupo teatral voltou a atenção para a cidade de Arcoverde. Nascia o espetáculo Cordel do Fogo Encantado. Na formação, Lira Paes, Clayton Barros e Emerson Calado. Por dois anos, o espetáculo, sucesso de público, percorreu o interior do estado.
Em Recife, o grupo ganhou mais duas adesões que iria modificar sua trajetória: os percussionistas Nego Henrique e Rafa Almeida. No carnaval de 99 Cordel do Fogo Encantado se apresenta no Festival Rec-Beat e o que era apenas uma peça teatral, ganha contornos de um espetáculo musical. Ao lirismo das composições somou-se a força rítmica e melódica dos tambores de culto-africano e a música passou a ficar em primeiro plano.
A estréia no carnaval pernambucano mais uma vez chamou a atenção de público e crítica e o que era, até então, sucesso regional, ultrapassou as fronteiras, ganhando visibilidade em outros estados e o status de revelação da música brasileira.
Na formação, o carisma e a poesia de Lira Paes, a força do violão regional de Clayton Barros, a referência rock de Emerson Calado e o peso da levada dos tambores de Rafa Almeida e Nego Henrique. Cordel do Fogo Encantado passa a percorrer o país, conquistando a todos com suas apresentações únicas e antológicas.
As apresentações da banda surpreenderam a todos não somente pela força da mistura sonora ousada de instrumentos percussivos com a harmonia do violão raiz. À magia do grupo que narra a trajetória do fogo encantado, soma-se a presença cênica de seus integrante e os requintes de um projeto de iluminação e cenário.
Em 2001, com produção do mestre da percussão Nana Vasconcellos, Cordel do Fogo Encantado se fecha em estúdio para gravar o primeiro disco, que leva o nome da banda. A evolução artística amplia ainda mais o alcance do som do grupo que, mesmo atuando independente, ganha mais público e atenção da mídia, por onde passa.
Com turnê que passou pelos mais remotos cantos do país, um ano depois, em 2002, o grupo volta para o estúdio para gravar o segundo trabalho: O Palhaço do Circo Sem Futuro, produzido por eles mesmo, de forma independente. Lançado no primeiro semestre de 2003, o trabalho foi considerado pela crítica especializada um dos mais inventivos trabalhos musicais produzidos nos últimos anos.
E Cordel do Fogo Encantado ganha projeção internacional, com apresentações na Bélgica, Alemanha e França. Entre os prêmios conquistados pela banda estão o de banda revelação pela APCA (2001) e os de melhor grupo pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003) e o bi-campeonato do Prêmio Hangar (2002 e 2003).
No cinema, a banda participou da trilha sonora e do filme de Cacá Diegues, “Deus É Brasileiro”. Nas brechas das turnês, Lira Paes marcou presença também na trilha sonora de “Lisbela e o Prisioneiro”, de Guel Arraes, na qual interpreta a música “O Amor é Filme”.
Em outubro de 2005 Cordel do Fogo Encantado lançou o DVD “MTV Apresenta”, o primeiro registro audiovisual da banda. “Transfiguração”, terceiro disco lançado em setembro de 2006, vem borrar ainda mais a linha de fronteira entre as artes cênicas e a música. Pela primeira vez o grupo faz primeiro o registro sonoro para então se dedicar à criação do espetáculo. Com produção de Carlos Eduardo Miranda e Gustavo Lenza e mixagem de Scotty Hard, Cordel do Fogo Encantado se firma como um dos grupos mais representativos da cena independente nacional.
Cordel do Fogo Encantado é:
José Paes de Lira – voz e pandeiro.
Clayton Barros – violão e voz.
Emerson Calado – percussão e voz.
Nego Henrique – percussão e voz.
Rafa Almeida – percussão e voz.
Clique aqui para fazer download do disco Cordel do Fogo Encantado.
Posted on quinta-feira, setembro 04, 2008 by Guto Dias
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Eduardo Bueno
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Eduardo Bueno, conhecido como Peninha (Porto Alegre, 30 de maio de 1958), é um jornalista, escritor e tradutor brasileiro.
Iniciou a sua vida profissional aos dezessete anos, como repórter do jornal gaúcho Zero Hora, onde ganhou o apelido de Peninha, o repórter homônimo do jornal A Patada, dos quadrinhos da Disney. Atuou como editor, roteirista, tradutor, e trabalhou em diversos veículos de comunicação.
Ficou conhecido por traduzir On the Road, de Jack Kerouac, um clássico da cultura beatnik da década de 1950, que publicou em português como Pé na estrada. À época (sua tradução é da década de 1980), não apenas aderiu ao movimento, como também se tornou um de seus maiores divulgadores no país.
Aproveitando o contexto de preparação das comemorações pelos 500 anos do descobrimento do Brasil, fechou contrato com a Editora Objetiva para a redação de cinco livros sobre História do Brasil voltada para leigos, a Coleção Terra Brasilis:
- A viagem do descobrimento (1998);
- Náufragos, traficantes e degredados (1998)
- Capitães do Brasil (1999)
- A Coroa, a cruz e a espada (2006)
- A França Antártica (previsto para 2007)
Apenas a vendagem dos três primeiros títulos alcançou 500 mil exemplares até 2006. Nesse período, o autor lançou outras doze obras de cunho histórico, entre as quais sobre a Caixa Econômica Federal, a ANVISA, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, a Avenida Central e os Mamonas Assassinas, além de ter participado de um projeto sobre a biografia de Bob Dylan.
Embora as suas obras sejam utilizadas no cotidiano das salas de aula brasileiras, e Bueno seja, por vezes, confundido com um historiador, a sua formação acadêmica e experiência profissional são na área de jornalismo, o que lhe rende críticas por parte de alguns historiadores. O seu sucesso como escritor, entretanto, é inquestionável.
O autor considera ainda que há espaço para outras obras, e afirma ter desejo de escrever ainda sobre o período pré-Cabralino, sobre as bandeiras e sobre o Brasil Holandês (in: MIRANDA, André. Depois de sete anos, sai o novo Terra Brasilis. Rio de Janeiro: O Globo. Segundo Caderno, 3 de novembro de 2006. p. 4.).´
Eduardo Bueno é torcedor fanático do Grêmio, e é conhecido por ser defensor do chamado "futebol força".
Posted on quarta-feira, setembro 03, 2008 by Guto Dias
As maiores novidades são "Beat Generation", peça escrita por Kerouac em 1957, inédita até 2005 e com lançamento brasileiro previsto para abril, e a biografia "Kerouac", de Yves Buin, que deve ser lançada em março.
Em novembro deve sair "The Town and the City", primeiro livro do autor. Em 2006 foi publicado "Diários de Kerouac, 1947-1954", anos que incluem o da redação de "On the Road" (1951).
Outros livros seus já saíram em português, como "Os Vagabundos Iluminados" e "O Livro dos Sonhos" este, um Kerouac para iniciados, dado o fluxo livre e ensandecido de consciência.
Outros beats ganharão títulos neste ano: Allen Ginsberg ("Cartas do Yage"), Lawrence Ferlinghetti ("Um Parque de Diversões na Cabeça") e Charles Bukowski ("Fabulário Geral do Delírio Cotidiano", entre três outros livros). De William Burroughs, em 2006, saiu "O Gato por Dentro".
Livro será longa e documentário de Walter Salles
Em apenas três semanas de 1951, Jack Kerouac escreveu cerca de 40 metros de texto. Mas sua empolgação não contaminou os editores, e "On the Road" foi recusado várias vezes antes de ser publicado, há 50 anos, em 1957.
De ônibus, carro e carona, o narrador Sal Paradise, personagem inspirado em Kerouac, faz seis travessias les Perrengues..
Invariavelmente, Sal Paradise parte para suas travessias com US$ 50. Como apenas um ônibus entre Denver e San Francisco custava US$ 25, seu dinheiro mingua no meio do caminho. Mas ser beat é deixar isso pra lá. No limite dos perrengues, Paradise trabalha como segurança e colhedor de algodão, rouba gasolina, come e se hospeda na casa alheia e pede dinheiro emprestado para sua tia de Nova Jersey.
Na vida real, Kerouac largou a universidade, foi adepto de jazz, drogas e promiscuidade e chegou a ser preso.
O autor, no entanto, é até convencional perto do co-protagonista Dean Moriarty -na verdade, Neal Cassady, um quase iletrado que pedia a Kerouac que o ensinasse a ser escritor e que se tornou seu companheiro de viagens.
Moriarty acumula vários roubos de carros, cinco anos de prisão e quatro filhos pequenos Estados Unidos afora. Abandona três mulheres apaixonadas por ele. E, se bem fiscalizado, não dirigiria 50 quilômetros sem ter a carteira de motorista cassada. Na vida real, seu currículo era parecido. Cassady chegou a ser menino de rua.
Jack Kerouac (1922-1969), um dos criadores do movimento beat, não tinha paciência para explicá-lo. Talvez porque as melhores explicações estivessem com seus personagens.
Em "On the Road", Sal Paradise, alter ego de Kerouac, diz: "Para mim, as únicas pessoas são as loucas, as que são loucas para viver, loucas para falar, loucas para serem salvas, que querem tudo ao mesmo tempo, aquelas que nunca bocejam nem dizem um lugar-comum".
O movimento surge como contracultura nos anos 50, de macartismo e de caretice nos EUA. Os beatniks buscavam uma maior exploração da consciência ("tour" muitas vezes animado por drogas) e desdenhavam do "american way of life". Marcam esse começo Allen Ginsberg e Bill Burroughs, além do próprio Kerouac.
Recém-publicado no Brasil, "Contracultura Através dos Tempos", de Ken Goffman e Dan Joy (Ediouro), fala do início beat. Em 1955, "com Kerouac gritando "VAI!" e membros da platéia chorando abertamente", Ginsberg leu o poema "Uivo", que falava em "solidão, sujeira/ saudade, latas de lixo e dólares inatingíveis/ crianças berrando debaixo das escadarias/ garotos soluçando nos exércitos/ velhos chorando nos parques".
Já "On the Road", para os autores, "era um livro fluvial, e os ritmos de linguagem, os brilhos de iluminação, os expressivos relances dos marginalizados dos Estados Unidos deram a seus gratos jovens leitores o equivalente literário da viagem que eles experimentavam com um solo de Charlie Parker."
Mas um dia Kerouac maldisse sua bíblia: virou conservador e anti-semita. Morreu aos 47 anos, por causa do álcool. Allen Ginsberg e Bill Burroughs (em "On the Road", Carlo Marx e "Old Bull" Lee) surpreenderam menos seus fãs: Ginsberg passou pelo budismo e pelo pacifismo, e Burroughs, pela esquerda revolucionária e pelo movimento punk. Os dois morreram em 1997.
.. Jack Kerouac influenciou Bob Dylan e outras pessoas, artistas ou não!
Posted on quarta-feira, setembro 03, 2008 by Guto Dias
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